A nossa história
Vinho com raízes na paisagem
A Verdevin começou com uma pergunta simples: porque é que os vinhos que se bebem no Norte de Portugal são tão difíceis de encontrar lá fora? Não os grandes nomes conhecidos — mas os vinhos das quintas mais pequenas, onde é a família que anda nas vinhas e onde a colheita se nota de garrafa para garrafa.
Vinho Verde — a frescura do Norte
O Vinho Verde não é uma casta, é uma região. Fica no extremo noroeste do país, onde o Atlântico arrefece as vinhas e chove mais do que no resto de Portugal. É precisamente daí que vem a sua marca: pouco álcool, boa acidez e uma frescura que os torna fáceis de beber — também num dia qualquer.
As castas: Alvarinho, com a sua concentração e o aroma a frutos de caroço, Loureiro, com maçã e casca de citrinos, Trajadura, de estrutura macia. Os rosés são feitos, entre outras, de Touriga e Tinta Roriz, e saem mais leves e mais frutados do que se poderia esperar.
Diretamente da quinta
Compramos diretamente aos produtores. Não há intermediários, não há aditivos e não há histórias que não se sustentem. Também quer dizer que a seleção muda: quando uma colheita acaba, acabou, até a seguinte estar pronta.
Qualidade simples
Não temos a ambição de ter tudo. Preferimos ter poucos vinhos pelos quais possamos responder, e falar deles como deve ser — de onde vêm, a que sabem e a que pratos vão bem. Vinho honesto, sem ruído.